U.S.-based coalition calls for a moratorium on U.S. incentives for biofuels

December 17, 2007
Contact: Eric Holt-Gimenez
510-654-4400 ext 227
Spanish and Portuguese translations below.

A coalition of U.S organizations is calling for an Immediate Moratorium on U.S. incentives for agrofuels, U.S. agroenergy monocultures and global trade in agrofuels. The Coalition is asking your organization to help strengthen the Call by signing on.

The Call comes as the United States Congress is on the verge of passing the Energy Independence and Security Act with strong bi-partisan support in both the House and Senate to mandate the use of 36 billion gallons of agrofuels per year by 2022—a five-fold increase over present levels.

Establishing such a dramatically expanded mandate makes it inevitable that a significant portion of the agrofuel requirement will be met with imported sources such as palm oil from Southeast Asia and Latin America, especially sugarcane ethanol and soy biodiesel from Brazil. The Coalition believes that if the US seeks to transfer its dependency on foreign oil to a dependency on foreign agrofuels, US energy independence and security will not improve. Rather, conflicts in these areas will increase as agribusiness expands its control over land and markets in the South, driven largely by U.S. consumption.

Evidence shows that agrofuels cause deforestation and environmental damage, worsen global warming, and seriously threaten food, land and other human rights of indigenous and traditional communities, the rural poor, and exacerbate land and labor conflicts. The recent murder of Vía Campesina member Valmir Mota de Oliveira at Syngenta Seeds’ illegal experimental camp for genetically-modified crops, in the state of Paraná, Brazil, is just one example of the violence being provoked by the growing hegemony of agribusiness in the South.

At the pinnacle of this hegemony are the U.S. Big Grain giants Archer Daniels Midland, Bunge and Cargill, which, in 2004, were responsible for about 60% of the total financing of soy production in Brazil. In reality, further development of the agrofuels industry will only benefit large multinational corporations and their shareholders in the Global North.

It is imperative that the Call for an Immediate Moratorium on U.S. incentives for agrofuels is heard.
Sign up here

Please also forward and circulate this message.

Initial signatories include:

Food First
Family Farm Defenders
Global Justice Ecology Project
Grassroots International
Rainforest Action Network
Student Trade Justice Coalition

Sign up here

Please forward this message to others who may be interested in participating.

Spanish
17 de diciembre de 2007

Queridas y queridos Amigos y Aliados,

Una coalición de organizaciones de EUA demanda la Moratoria Inmediata a los incentivos que el gobierno de EUA brindan a los agrocombustibles, a los monocultivos para producirlos y al negocio global de agrocombustibles. La Coalición solicita que tu organización fortalezca este llamado con tu firma.

Este llamado se hace antes que el Congreso de Estados Unidos apruebe el mandato de Independencia Energética y Acto de Seguridad con un amplio apoyo de los dos partidos, tanto en el Congreso como en el Senado. El mandato ordena el uso de 36 billones de galones de agrocombustibles anualmente hasta el año 2022 –incrementando cinco veces el consumo actual.

Esta gigantesca demanda obliga a importar una parte significativa de los agrocombustibles requeridos, aceite de palma del Sureste Asiático, caña de azúcar para fabricar etanol de Latinoamérica y diesel de soya de Brasil. La Coalición considera que EUA al transformar su dependencia del petróleo importado a la dependencia de agrocombustibles importados, aumentará el conflicto en estas áreas, ya que los negocios de agrocombustibles se expandirán controlando la tierra y los mercados en el Sur.

Existen contundentes evidencias de que los agrocombustibles provocan la deforestación y dañan el ambiente, aumentan el calentamiento global, amenazan la alimentación, los derechos de los pueblos indígenas, de las comunidades tradicionales y de la población pobre rural; así mismo aumentan los conflictos de tierra y laborales. El asesinato de Vlamir Mota de Oliveira miembro de Vía Campesina en el experimento ilegal de semillas genéticamente modificadas de la compañía Syngenta en Paraná Brasil, es un ejemplo de la violencia que provoca la creciente hegemonía de los negocios de agrocombustibles en el Sur.

En la cúside de esta hegemonía están las gigantescas compañías de EUA: Archer Daniels Midland, Bunge y Cargill; las cuales en el 2004 financiaron la producción del 60% de la soya en Brasil. El creciente desarrollo de la industria de agrocombustibles sólo beneficia a las corporaciones multinacionales y a sus contrapartes del Norte.

Es un imperativo que la demanda a la Moratoria Inmediata a los incentivos que se brinda a los agrocombustibles sea escuchada. ¡Firma ahora la demanda adjunta http://ga3.org/campaign/agrofuelsmoratorium! Por favor circula este mensaje.
Agradecemos tu participación. Valoramos tu apoyo y deseamos aunar nuestro trabajo.

Solidarios,
Food First
Family Farm Defenders
Global Justice Ecology Project
Grassroots International
Rainforest Action Network
Student Trade Justice Coalition

Portuguese
17 dezembro, 2007

Prezados Amigos e Aliados,

Uma coalizão de organizações dos Estados Unidos está pedindo a Moratória Imediata dos incentivos dos EUA para a produção de agro-combustíveis, monoculturas de agro-energia dos EUA e comércio global de agro-combustíveis. A coalizão está pedindo sua organização para fortalecer nosso pedido através da inclusão da sua organização na lista de apoios.

O pedido pela Moratória vem no meio do debate no Congresso dos Estados Unidos sobre o “Decreto de Segurança e de Independência Energética” no qual há apoio dos dois partidos tanto na Câmara como no Senado para aumentar as metas de produção e consumo para 36 bilhões de galões de agro-combustíveis até 2022 - um aumento de cinco vezes dos níveis atuais.

Com metas tão altas, torna-se quase inevitável que uma porção significante do consumo de agro-combustíveis nos Estados Unidos vai ser satisfeita de importações do óleo de palma do Sudeste Asiático, África e da América Latina, e etanol da cana-de-açúcar e biodiesel da soja do Brasil. A coalizão acredita que se os EUA procurarem transferir sua dependência de petróleo estrangeiro a uma dependência de agro-combustíveis estrangeiros, a segurança dos EUA não vai melhorar. Em vez disso, conflitos em essas áreas vão aumentar como resultado do consumo dos Estados Unidos.

Evidência mostra que os agro-combustíveis causam desmatamento e destruição do meio-ambiente, tornam-se pior o aquecimento global, e seriamente ameaçam os direitos de alimento e de terra dos povos indígenas e dos pobres rurais, e exacerbam conflitos de terra e de mão-de-obra. O Assassinato recente de Valmir Mota de Oliveira, membro da Vía Campesina, no campo experimental ilegal de soja transgênica da Syngenta Seeds, no estado de Paraná, Brasil, é só um exemplo da violência sendo provocada pela hegemonia crescente do agronegócio no Sul.

Os representantes desta hegemonia são as gigantes Archer Daniels Midland, Bunge e Cargill, dos quais, em 2004, foram responsáveis para quase 60% de financiamentos da produção de soja no Brasil. Na realidade, o desenvolvimento da indústria dos agrocombustíveis beneficará apenas as empresas transnacionais e seus acionistas no Norte.

É imperativo que o pedido para a Moratória Imediata nos incentivos estadunidenses para agrocombustíveis seja ouvido. Assine o pedido anexado agora a http://ga3.org/campaign/agrofuelsmoratorium! Por favor, envie e circule essa mensagem.

Agradecemos antecipadamente o seu apoio, e esperamos colaborar no futuro.

Sinceramente,

Food First
Family Farm Defenders
Global Justice Ecology Project
Grassroots International
Rainforest Action Network
Student Trade Justice Coalition